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terça-feira, 23 de outubro de 2012

Capítulo 2



Capítulo 2

01 Maio de 2013
(Ali estava eu me lembrando da vaga conversa que tive com Jack, acho que queria mentir para mim mesmo, quando dizia achar que ele estava errado, mas talvez realmente eu precisava de alguém. Há muito tempo já não me relacionava com alguém, mas durante toda minha vida só presenciei decepções e de alguma forma fugia de mais uma.)
Smith olhava para o vago escuro que rodeava todo o seu quarto, ora bagunçado, como o que de alguém que não passava lá há dias, ou não tivera tempo ou vontade alguma de arrumar. Se levantando diz para si mesmo enquanto balança a cabeça e pega seu velho casaco de couro que o guardara desde que ganhara de presente de uma de suas ultimas decepções. Se dirigindo para o laboratório acaba por ter uma idéia e passa toda sua noite á pô-la em pratica. Smith nem percebe o tempo passar enquanto tenta seus novos experimentos e compostos em ratos, e acaba adormecendo.
(Naquela noite eu sonhei que desta vez dava tudo certo, e também com uma garota, não a conhecia, pra falar a verdade, nunca havia visto uma garota tão linda, que pena que tudo aquilo não se passou de um sonho, mas eu queria que fosse real e acabou sendo. Logo ao acordar tive uma surpresa, que me espantou, alegrou e, e tive vários outros sentimentos naquele momento.)
Se levantando Smith se pergunta onde estava e diz enquanto ainda recobra a visão e boceja:
- Não acredito que dormi aqui.
Se dirigindo ante á cafeteira coloca uma pequena xícara e espera por alguns segundos o café triturado descer.
- O que?
Seu espanto era tão notável que nem percebeu o café trasbordar por ante á xícara.
- Não acredito que deu certo, houward, você é um rato de sorte.
Se recompondo rapidamente desliga a cafeteira e bebe seu café correndo em direção ao telefone e ligando para Jack que ainda no transito diz:
- O que houve? Não acredito que dormiu no laboratório outra vez.
Smith:
- Não... ta bom sim, mas não é sobre isso que quero falar. Deu certo!
Jack:
- O que deu certo?
Smith:
- Tudo, acho que a partir de agora tudo vai dar certo em minha vida.
Nesse momento Jack quase bate o carro ante á tamanho entusiasmo dizendo:
- Chego ai em segundos.
Se era possível ouvir o ronco do velho motor do corvete 1978 cherby de Jack que derrapava a cada curva.
(Jack era apaixonado por carros velhos, eu tentei de todas as formas convencê-lo de se livrar dele, mais todas minhas tentativas foram inúteis. Eu sabia que apesar de ter tido resultados positivos em ratos, aquilo ainda não me era o bastante para humanos, eram difíceis conseguir todas as autorizações, o que para mim tornava tudo um processo mais difícil.)
Ao Jack chegar o mesmo espanto se era notável em seu rosto. Jack:
- Não acredito que conseguimos, ele está bem, sobreviveu. E agora? Como vamos conseguir as autorizações.
John:
- Não tenho certeza. Eu não te disse que já estávamos perto.
(Naquele momento acho que deixei o entusiasmo me levar, quem dera eu saber que estávamos mais longe do que pensávamos e que aquilo seria nossa ruína.)

02 Julho de 2014
(Eu ria, enquanto sozinho pensava em chorar.)
Se achegando ante á porta de uma velha casa retira de sua bolsa um pequeno vidro com um liquido verde e um símbolo de “perigo, produtos tóxicos” e o lança por sobre toda escada e paredes próximas a si e olha para todos os lados se certificando de estar sozinho, sem uma daquelas criaturas seguindo seu cheiro.
Ao entrar na casa John deixa sua pequena bolsa e casaco em cima de uma mesa e retira sua arma enquanto se certifica de estar sozinho.
(Aquilo me amedrontava, mas todas as vezes tinha de me certificar que estava sozinho e que conseguiria  fugir no caso de não estar.)
Se achegando ante á cozinha John olha para uma pequena gaiola onde um rato branco corria em uma roda metálica.
John:
- houward, vou precisar de mais um pouco de sangue seu amigão. Ainda não encontrei respostas. É bom te ter aqui amigão para conversar. Bom deixa eu ver o que temos hoje para o jantar.
O sol já estava se pondo e John fechara todas portas e janelas.
- Novamente macarrão! Eu sei houward, você já está cansado de macarrão, eu também. Hoje não consegui encontrar comida, e nosso estoque vai durar só mais alguns dias. Houward, eu não vou lhe matar e te comer, você é meu amigo.
Com um suspiro fundo John diz:
- Eu sei que preciso de energia. Acho que tenho algumas almôndegas, amigão.
Ouvindo certo barulho John rapidamente desliga a luz e em silencio se aproxima da porta com sua arma erguida, mas após longos minutos o som termina e John adormece no sofá da sala.
(Muitos dias se passaram da mesma forma, me escondendo tentando sobreviver com o pouco de comida que conseguia em minhas saídas, mas cada vez ficava mais difícil, eu sabia que não podia chamar á atenção daqueles monstros e para meu desespero, não consegui encontrar a cura, já havia analisado de todas as formas o sangue de houward e logo meu pobre amigo, não teria mais sangue para eu poder analisar.)

17 Setembro de 2014
(Meu aniversário, pensava em comemorar, chamar algumas pessoas fazer uma grande festa, com bebidas, dança e muita diversão. O que estou dizendo. Quem eu iria chamar. Meu melhor amigo houward, ou aqueles monstros. Sarcástico isso, não! A comida acabou, nem acredito que sobrevivi tanto tempo, me lembro de um ano atrás, hoje foi o dia em que tudo começou.)
17 Setembro de 2013
Jack:
- John, se arrume!
John sem entender atende seu amigo que entrando em sua casa o anima.
- Hoje é seu aniversário e tenho um presente pra você.
John:
- Espero que não seja outro daqueles presentes estranhos que me dá. Ano passado o que você me deu mesmo? Á me lembro muito bem. Você me deu um boneco ventríloquo. Ainda não sei que utilidade aquilo me teria, mas...
Jack:
- Pensei que você gostaria?  
Os dois sorriem enquanto saem para um bar.
Jack:
- Consegui.
John:
- O que você conseguiu?
Jack:
- Um voluntário. Anunciei para algumas pessoas que conhecia e consegui um voluntário.
John:
- E quanto você ofereceu a ele? Sabe que temos que cortar gastos.
Jack:
- Nada. Ele aceitou tudo de bom grado.
John solta um grito enquanto se levanta e diz:
- Bebida grátis para todo mundo.
Jack:
- Não estávamos cortando gastos?
John:
- Temos que comemorar, agora com toda certeza conseguiremos as autorizações. Amigo, estamos ricos.
(Pensava eu que dinheiro valia alguma coisa, aprendi muitas lições na vida, que pena que tive de aprender da forma errada, percebi que mais que dinheiro, as pessoas tem um valor muito maior.)

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Capitulo 1



Sobreviventes
Contenção

Tudo parece vazio agora, até mesmo o som do vento parece triste e frio, e as pessoas, não há pessoas, todas elas se foram, você deve estar se perguntando quem sou eu, bom eu, sou o ultimo sobrevivente John Smith e esta é a minha história.
Há anos o governo britânico como sempre procurava de alguma forma encontrar curas para todas as doenças intermináveis, e achar solução para todas as questões não respondidas pelo mundo, tudo que posso lhe dizer é que hoje muitas respostas foram encontradas, mas hoje mais que nunca preferia que ainda estivessem ocultas para meus olhos. Uma delas e a mais importante: porque o ser humano só consegue usar 11% de toda sua capacidade cerebral? O que aconteceria se nos fosse possível usar mais? Seriamos mais inteligentes? Fortes? Quem me dera viver com essa duvida, e foi a primeira das respostas solucionadas. E eu lhe pergunto o que você faria se alguém lhe dissesse ter encontrado uma vacina que pudesse lhe aumentar a capacidade de uso de seu cérebro para 100% lhe deixando invulnerável á qualquer doença conhecida pelos seres humanos, esse é o ano de 2014 e já faz um ano desde que isso se tornou possível, porém o que ninguém esperava aconteceu, uma doença muito pior que todas vistas, traspassada pela suposta cura a população de todo planeta se transformando em um vírus letal destruindo toda vida na terra, pois hoje não os posso mais chamar de seres humanos.

01 Maio de 2013
- Doutor Smith como andam os avanços com a vacina A?
Smith:
- Eu não sei Jack, mais eu tenho um bom pressentimento desta vez.
Jack sorrindo diz enquanto se senta próximo á Smith:
- Você sempre diz isto, mas no final percebemos que estamos cada vez mais longe de achar respostas.
Smith:
- Desta vez é diferente, eu isolei uma parte que ainda não conhecia do celebro, acho que dará certo.
Jack olhando para o relógio diz enquanto se levanta:
- Bom se você diz, agora preciso almoçar. Você já tem idéia de como fará para testar isso em pessoas, o conselho foi totalmente contra qualquer tentativa do tal.
(Eu achava que seria possível realmente melhorar o mundo, achava estar fazendo o bem para a humanidade, mas sempre tive minhas opiniões formadas e não queria pensar que alguma delas poderia acabar com tudo, e isso foi o que me destruiu.)
Smith:
- Me espere, vou com você.

02 Julho de 2014
(Há dias não como, e ainda por cima sinto falta de alguém para conversar, queria eu poder ter alguém para me queixar de algo ou para contar uma piada, eles não ouvem, não mais como humanos, hoje só sentem cheiro de dor, de alguma forma sua capacidade racional de pensar se foi embora, e aqui estou eu escondido, enfrente á uma loja de armas, não que elas sejam úteis contra eles, mas de alguma forma o som os atinge, como se seus sentidos estivessem descontrolados, da mesma forma acontece com a visão e com os demais.)
Smith se escondia por de trás de um velho carro, não se via nada na rua o que para ele era um bom sinal, e precisava de armas para poder de alguma forma distraí-los até que encontrasse um carro que funcionasse bem e que pudesse andar mais que dois quilômetros sem o deixar nas mãos. Smith dá cada passo extremamente calculado de forma que não chamasse a atenção de alguém, sua arma já estava sem balas e toda aquela fome não lhe deixara usufruir de suas habilidades que lhe eram essenciais para sobrevivência. As ruas estavam vazias e haviam vários carros destruídos ante á confrontos e etcs. Smith sabia que todo aquele silencio não era normal o que lhe fazia dobrar atenção enquanto passava de um lado para outro da rua observando qualquer movimento.
Com passos lentos Smith se aproxima da estante de armas, haviam armas no chão espalhadas conjuntas á várias balas e sangue seco na mobília conjunta á um grande número de poeira.
(Logo que vi aquele sangue, sabia que aquilo não me dera um bom pressentimento, o sangue os atrai e apesar daquele não estar fresco, poderia lhe dizer algo quanto, alguns deles que estiveram por ali, eles normalmente sempre ficavam escondidos, como animais atrás de sua caça o que fazia a cidade parecer um lugar desolado, mas sabia que toda atenção ainda era pouca. Após todo esse tempo, sabe, consegui um lugar bem protegido contra eles, mas sabia que no caso de fome e munição precisaria sair, mas durante todo esse período, consegui desenvolver minhas habilidades de fuga com certa perfeição.)
Smith começa a ver o chão tremer como um pequeno terremoto e levantando a cabeça diz para si mesmo enquanto rapidamente retira da estante uma shotgun e ao olhar para a vidraça corre se lançando para o outro lado enquanto vê um carro sendo lançado contra a loja. Tudo acontece muito rápido e antes que conseguisse levantar Smith se depara com um monstro em cima de si tentando o devorar de todas as maneiras. Sua aparência se assemelhava com a de um humano comum, porém seus dentes haviam se transformado em presas e seus olhos ficaram avermelhados conjunta á sua pele que parecia estar morta, muito semelhante á zumbis de filmes de terror, mas de fato nada igual a eles. O monstro tentava de todas as maneiras o devorar, sua força já não era a de uma pessoa comum, mais era dez vezes maior assim como sua velocidade e fome.
Smith segurando o monstro e se desviando de suas mordidas diz sorrindo:
- Parece que você não come á dias. Temos algo em comum. Vou lhe dar algo para comer.
Colocando seu pé por sobre a barriga da criatura o lança para trás enquanto rola seu corpo para o lado pegando a shotgun e atirando no monstro que rapidamente se levantando se lança em sua direção, mas cai logo ao ser atingido. Olhando para o lado Smith rapidamente atira sem pensar duas vezes lançando o outro mostro contra o carro já dentro da loja de armas e corre para fora, onde espantado diz:
- Merda!
Smith vendo vários outros começa a correr enquanto o monstro lançado ao carro se levanta e começa a correr atrás de si junto aos outros.
(Naquele momento eu pensei, como sairei dessa, já me sentia esgotado e haviam muitos outros daqueles monstros. Me sentia esgotado, não sabia como usar meus poderes e sabia que não podia correr mais que aquelas criaturas, só havia uma única coisa que poderia fazer, e no final foi o que decidi.)
Smith retirando da pequena bolsa que carregava uma granada de som diz:
- Eu á estava guardando para emergências, acho que agora é uma.
Á lançando Smith tapa rapidamente os ouvidos e corre em direção á um carro torcendo para que funcionasse. Todas as criaturas gemiam ao chão com gritos de gelar a espinha o que fazia Smith se amedrontar mais.
(Eu nunca consegui me acostumar com aquilo, aquele som me dava medo, era frio e de dor, me doía saber que aquilo um dia já foi uma pessoa comum como eu. Por sorte ainda me restava um pouco de energia, o bastante, pelo menos para ligar o carro e fugir para o mais longe que pudesse dali.)

quarta-feira, 14 de março de 2012

Livro

" Galera o livro ta a venda tambem no site agbook, que quiser pode comprar por la tambem"

sábado, 3 de março de 2012

Lançamento Oficial


" Ta ai galera a data de lançamento da versao Limitada, eu falo isso porque essa vai ser tipo minha versão sem modificaçoes da editora, talvez ela queira mudar capa e etc entao ta ai
pra quem curte uma ficção pós apocalíptica com um pingo de romance vai cai de boca e se fartar com esse livro. Espero que curtam."

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Introdução

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Sobreviventes 01.03.2012


" Ta ai galera a data de lançamento ainda nao é certa mas ja ta ai o baner de divulgação com a data visitem la a comu no orkut e me add no face!"

Sinopse

Tudo parece vazio agora, até mesmo o som do vento parece triste e frio, e as pessoas, não há pessoas, todas elas se foram, você deve estar se perguntando quem sou eu, bom eu, sou o ultimo sobrevivente John Smith e esta é a minha história.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Breve 01 de março de 2012

" Demorou, mas finalmente está pronto, estou divulgando meu livro que deve estar sendo lançado dia 1 de março ainda nao confirmado nada eim, mas estou divulgando e queria pedir a ajuda de todos amigos para divulgar. agradeço a todos e esse e o baner de divulgação do mesmo."

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Capitulo II

Leon se pergunta são “ELES”? Quem é essa pessoa da foto? Onde está meu tio? Vivo? Morto? Porque o levaram, o que queriam com ele? E meu pai, está vivo? E chorando se sentindo sozinho nesse momento provavelmente estaria lavando com seu tio a lanchonete já estava ao entardecer logo viria à noite e abandonado naquele momento se sente sem direção um dos policias chega perto de si perguntando a Leon:

- Você tem alguma família por perto ou com quem passar a noite, com quem você possa ficar nesse momento até termos mais noticias de seu tio.

Leon olha para foto que estava em uma de suas mãos e diz ao policial que com uma mão em seu ombro tentava lhe dar boas esperanças:

- Sim senhor eu tenho onde passar a noite.

E o policial lhe pergunta:

- Aceita uma carona?

Leon aceita entrando no banco de trás da viatura junto a dois policiais que o acompanharam até o endereço e ao chegarem e Leon sair do carro eles lhe dizem olhando para o prédio e o observando:

- Se precisar de qualquer ajuda estaremos por perto.

Leon lhes agradece e olhando para foto sobe indo exatamente para o apartamento em que estava referido na parte de trás da foto. Leon sentia que conhecia aquele homem da foto, mas de forma alguma conseguira se lembrar dele. Leon sobe por um pequeno elevador parecia ser um bom prédio apesar dos maus tratos do elevador e do ambiente o lugar não era tão luxuoso, mas parecia um ótimo lugar para se morar o prédio se encontrara em uma das partes pobres de sua cidade. Leon para enfrente a porta, mas não aperta a campainha fica em frente a ela pensando onde iria dormir, como iria fazer para poder ir para seu colégio e o que iria comer estava morrendo de fome e o dinheiro que seu tio lhe deixara não duraria por tanto tempo e após alguns minutos pensando ainda parado enfrente á porta aperta a campainha ela tinha um som estranho e nada acontece, novamente Leon a toca e consegue escutar leves passos e a fechadura se mexendo, dando um passo para trás Leon observa quem aparecera para lhe atender era o mesmo homem da foto tinha o rosto bem jovial não parecia ser muito velho apesar da foto não dizer o tal e o homem logo que o vê lhe diz:

- Olá, posso ajudá-lo?

Dizia olhando para Leon como se estivesse tentando o reconhecer e novamente diz:

- Leon?

- Até que enfim Leon ele te enviou, achei que nunca mais iria te ver.

Leon trêmulo começa a pensar como ele sabia seu nome como sabia que ele iria a casa dele como sabia tais coisas e o homem novamente diz coçando a cabeça com uma das mãos:

- Oh, me desculpe, meu nome é James Parker seu tio me falou muito de você não imaginei que já estava tão grande temos muito que conversar, entre.

Leon ainda assustado com tudo que lhe estava acontecendo entra na casa de James, pois na tinha nada a perder e não tinha para onde ir não conhecia mais ninguém naquela cidade aquela era uma das grandes desvantagens de não se ter um bom amigo naquelas horas e ao entrar se senta no sofá e James lhe oferece um café e conversando com ele diz:

- Não repare na bagunça, faz pouco tempo que cheguei do trabalho não tive tempo de arrumar.

Leon sem saber o que falar naquela hora apenas diz tudo bem e continua calado o ouvindo.

- Você está com fome? Aceita também biscoitos?

Mostrando-lhe deliciosos biscoitos de chocolate que haviam acima do balcão de sua cozinha. Leon bebera o café muito rápido e também comera os biscoitos o que leva James a lhe perguntar:

- Tudo bem com você?

Leon logo diz:

- Não.

James lhe pergunta:

- Como vai seu tio Carl? Ele está bem, não está?

Leon ainda muito eufórico e triste diz:

- Não sei hoje quando cheguei à lanchonete de meu tio a vi totalmente em chamas e não o acharam em lugar nenhum. Nem sei se ele ainda está vivo amanha receberei mais noticias.

- Sinto muito Leon ele era um bom homem, tomara que esteja bem.

Leon lhe agradece colocando o copo de café em cima de uma mesa á sua frente, haviam dois sofás na sala do apartamento um onde Leon estava e uma pequena mesa que o separava do outro sofá á sua frente onde James estava sentado. O apartamento de James não era muito grande e toda sua madeira parecia estar velha e desgastada, havia um pequeno pedaço de pano velho tampando a janela e todos os móveis eram antigos.

James:

- Precisamos conversar Leon e é uma longa conversa.

James muito sério e lhe olhando nos olhos diz:

- Seu tio há um tempo me procurou nós dois sempre fomos grandes amigos e ele me pediu que lhe contasse toda a verdade, pois temia que os “ELES” estivessem atrás dele e que não aconteceria algo de bom. Quando soubera disso e lhe vi tocando a campainha percebi que tudo o que disse era totalmente verdade.

James então começa a lhe contar tudo que soubera.

- Leon seus pais estão vivos seu tio me disse que eles estão fugindo do governo, dos homens chamados de “ELES”.

Leon estava tudo a observar apesar de tanta tristeza não parava de pensar que seus pais poderiam estar por perto, mas também pensa como seu tio pode fazer tal coisa com ele e questiona a James lhe perguntando:

- Mas por quê? Porque me abandonaram?E como estão vivos? Porque meu tio me escondera tais coisas há tanto tempo?

Então James lhe olhando nos olhos responde:

- Porque ele queria lhe proteger ele sabia que se lhe dissesse que eles estavam vivos você iria atrás deles nem que fosse para saber respostas que ele não pudera lhe dar, só queria lhe proteger. Há um tempo me disse que esses mesmos homens que ele achava estarem atrás dele estivessem atrás de seus pais e por isso desapareceram para lhe protegerem.

Leon sem entender continua a lhe questionar:

- Mas por quê? Porque estão fugindo dessas pessoas e quem são esses “ELES”?

- Leon vou lhe dizer tudo. Diz James dando um grande suspiro:

- Leon eles estavam fugindo porque eles são pessoas especiais.

Leon sem entender lhe pergunta:

- Como assim pessoas especiais.

James:

- Leon seus pais são mutantes, provavelmente você também é assim como eu, pois isso passa de genética. Eles descobriram alguns segredos que nem eu mesmo sei direito sobre algo que transformava as pessoas em mutantes.

- rsrs, você está louco essas coisas não existem. Diz Leon como quem o caçoava não acreditando em tais palavras que James lhe dissera.

Então ele responde:

- Somente olhe aquele copo atentamente (copo que se encontrara em cima da mesa que estava à suas frentes).

James ergue sua mão em direção ao copo o olhando atentamente Leon não o parava de olhar não acreditava que tudo aquilo poderia ser possível, e após poucos segundos ele começa a tremer e der repente se move rapidamente acertando a parede aos seus lados com muita força se despedaçando totalmente.

Leon muito assustado não acredita no que vira e não para de se perguntar, como ele fez isso? Será um truque? Será verdade o que ele disse?Impossível?

E James diz:

- Eu sou um telepata, posso mover qualquer coisa com a força do meu pensamento, foi assim que movi o copo. Conforme o tempo foi se passando aprendi a controlar meus poderes e a cada dia que se passa nós mutantes vamos ficando mais forte e em maior número. “ELES” tem medo de nossos poderes, nos consideram aberrações acho que descobriram que seu tio também tinha poderes e assim tentaram o matar, nos consideram uma epidemia que precisa ser curada ou exterminada para contaminar os outros.

Leon assustado pergunta:

- Não posso acredita no que está dizendo? Que pessoa cassaria outra por isso? Se tudo que você disse é verdade, existe a possibilidade de eu também ter poderes, ter herdado eles de meus pais não é verdade.

E James responde:

- Sim, há possibilidade, mas não posso lhe dizer ao certo, mas posso lhe garantir se você tiver e “ELES” descobrirem vão atrás de você assim como vieram atrás de seu tio.

- Mas se vieram atrás de meu tio e você tem poderes também virão atrás de você.

James nesse momento começa a sentir que há alguém estava a se aproximar de onde estavam e fala para Leon para eles irem, pois estavam correndo grande perigo não estava tendo bons pressentimentos sobre o que lhes iria acontecer e diz:

- “ELES” chegaram. Estão aqui para nos exterminar.

James corre em direção á porta de sua casa a abrindo sem nem ao menos tocá-la apenas movimentando sua mão á uma longa distancia a abrindo com seus poderes, pois ele nem tivera tempo de pegar suas chaves que estavam em um chaveiro próximo à porta e Leon o seguindo sai correndo em direção ao elevador que se abre antes de chegarem saindo dois homens de dentro, estavam todos os dois bem vestidos de terno e óculos escuros estavam com armas nas mãos mesmo com tal distancia se era possível as ver, pois eram prateadas e os dois homens as apontam em direção á James que as desvia com os seus poderes de telepatia e fala para Leon:

- Corra Leon não temos muito tempo, vou tentar segura-los aqui o Maximo que puder, corra!

Leon lhe pergunta:

- E você, eles vão lhe matar.

- Não se preocupe comigo, estarei bem. Faça a vontade de seu tio.

Leon não consegue acreditar em tudo que acabara de ver em tudo que estava acontecendo eram coisas de mais para ele, tudo lhe parecia um filme que ele por acaso caíra nele de repente. James com seus poderes joga um dos seguranças na parede do Elevador antes que ele pudesse o sair e quando o outro lhe aponta sua arma ele fazendo um movimento com sua mão lança-a longe e jogando igualmente ao outro dentro do elevador e com seus poderes mentais o fechando. Leon espantado não para de olhar tudo que acontecera não imaginava ser real só via esses tipos de coisas acontecendo em filmes e achava tudo àquilo incrível. James pega em sua mão lhe deixando algo discretamente em seu bolso sem que perceba, nesse momento algo brilha em sua mão e uma tatuagem começa a aparecer em seu pescoço, Leon corre abaixado em direção há uma saída de emergência que havia por ali não muito longe de onde estava era uma escada de emergência não muito grande e velha Leon apesar do medo começa a descê-la e quando termina se vê no térreo do pequeno prédio e começando a correr ouve vários barulhos de tiros, em sua mente só se passa, eles o mataram será que fizeram o mesmo com meu tio, mas sem coragem para voltar e ver o que havia acontecido coloca seu capuz na cabeça e suas mãos no bolso de seu casaco e começa a andar rapidamente olhando a todo tempo para trás vendo se aqueles homens estavam a o seguir Leon começa a imaginar se eles haviam decorado seu rosto ou se sabiam que ele talvez tivesse poderes e se tivesse o cassariam? Com muitas questões em sua cabeça anda pela rua sem direção com muito medo olhando a todo momento para todos os lados, nesse momento começa a se lembrar do que os policias haviam lhe dito como seria bom para ele tê-los por perto se sentiria mais seguro. Começa á anoitecer Leon muito preocupado começa a pensar onde iria dormir e se lembra de um pequeno apartamento que seu tio havia lhe dito seu tio conhecia praticamente toda cidade para Leon seu tio era como um mapa ambulante achava incrível como conseguira decorar tantos endereços. Chegando ao pequeno hotel que seu tio lhe havia indicado em casos de emergência pega suas chaves e sobe entrando percebe que não era um lugar muito grande, mas pelo tanto que ele estava pagando já lhe era o bastante havia apenas um pequeno quarto e a sala era junto à cozinha havia um pequeno balcão que as separava havia um pequeno sofá de apenas dois assentos e uma mesa próxima a ele com duas cadeiras havia também um pequeno fogão que se encontrara no canto da cozinha era apenas de duas bocas e uma geladeira em más condições, Leon deita a cama percebe que o colchão não era muito novo, pois ao deitar percebe seu corpo se afundando como se estivesse em uma areia movediça quando coloca mão em seu bolso percebe que havia um pequeno papel nele, não o havia observado antes e não se lembrara de botar nada do tipo ali e começa a ler o pedaço de papel que lhe dizia:

Não tema, apesar de saber se você tem poderes por tudo que seu tio me contou tenho certeza que você tem um potencial muito forte, basta descobri-lo melhor não se preocupe, mas se preocupe em encontrar seu tio e ache um velho amigo nosso Oráculo ele lhe dará as respostas de que precisa e lhe ajudará a descobrir melhor seus poderes, seu tio também me disse sobre uma garota chamada Lanna disse que ela era muito importante, não entendi o porquê, mas me disse para lhe pedir para protegê-la, creio que ela seja um de nós, uma pessoa especial Lanna segundo seu tio é a chave de tudo.

Ass. James Parker

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Capitulo 1

O Copiador

1ªParte Descobrindo os poderes

Numa Cidade de Nova York uma Usina de Distribuição de Energia Nuclear “Acidentalmente” despejou elementos químicos no principal rio da cidade que abastecia uma das maiores empresas da cidade “Áquamine” que distribuía água potável para o mundo inteiro.

Conforme foi se passando o tempo pessoas que beberam dessa água ficaram doentes e algumas chegaram a falecer. Tais acontecimentos acarretaram no fechamento da empresa “Áquamine”, mais tarde fecharam também a Usina Nuclear, pois descobriram que foi ela que havia despejado os elementos químicos na água.

15 Anos Depois, Manhattan 17.02.2012

Leon Sullivan, um garoto não muito alto de cabelos pretos, olhos claros quase cinza, calça jeans e uma blusa de frio a que sempre usara quase nunca a tirava somente para lavá-la a chamava sempre de camisa da sorte comemora hoje seus 17 anos, mais um ano sozinho, desde que nasceu nunca viu seus pais e nem ao menos sabe se eles estão vivos ou não o mais estranho para ele era que não se lembrava de nada de seus pais apesar de seu tio dizer que eles o deixaram para cuidá-lo com cinco anos e nunca mais comentaram sobre o assunto Leon só se lembrava dos olhos de sua mãe, mas como não lembrar era igual aos seus de uma cor única, seu tio sempre lhe dissera que tinha os olhos de sua mãe, mas se parecia mais com seu pai. Leon comemora mais um ano com seu tio Carl Sullivan no balcão de sua velha lanchonete. Com um bolo bem pequeno faz o mesmo pedido de todos os anos, poder mudar o mundo, pois nunca se conformou com ele e com o fato de não ter conhecido seus pais, porém nunca reclamara amava muito seu tio que o criou com tanto amor desde sua infância. Seu tio convida alguns amigos todos conhecidos por Leon alguns eram antigos funcionários, pois hoje Leon ajuda seu tio em sua lanchonete e outros eram amigos que Leon não conhecia muito somente de vista o que não lhe era de tão importância, após cantarem um pequeno parabéns Leon parte o bolo e divide igualmente para todos dando seu primeiro pedaço para seu tio que lhe era como um pai e os outros para os demais comendo sua parte que lhe era por direito Leon vai se deitar enquanto seu tio fica conversando com seus amigos ele gostava muito de ouvir musicas bem antigas o que não eram do estilo de Leon que sempre gostara muito de Rock, pop e mesmo negando algumas românticas apesar de não se vestir como tal, mas os outros tipos também lhe eram de bom agrado ao se deitar Leon nem pensa tanto tinha tido um longo dia de trabalho junto ao seu tio e apenas dorme, pois o sono ocupava todo seu ser e seu próximo dia seria um dia longo e difícil era seu primeiro dia de aula ultimo ano do colegial.

Primeiro dia de aula, Leon acorda, dormia no andar de cima da lanchonete de seu tio ela tinha dois pavilhões o debaixo era a lanchonete e o de cima a casa aonde ele e seu tio dormião, se levanta para escovar os dentes e logo vê seu tio já de pé seu tio tinha o costume de levantar muito cedo, pois abria sua lanchonete às 06h00min e antes de abri-la dizia que ela tinha que estar pronta para seus clientes seu tio era um ótimo negociante e pessimista seus clientes nem sempre iam lá pela comida, mas pela ótima conversa de seu tio e logo na porta Caio, ele era o único funcionário que sobrara de seu tio ele era o cozinheiro por certo fazia uma maravilhosa comida apesar de sua idade, era muito novo tinha apenas 26 anos de idade mais ou menos Leon vai ao pequeno banheiro do segundo pavilhão e escova seus dentes e se arrumando desse as escadas tinha que sempre tomar cuidado, pois seus degraus eram muito pequenos e uma vez seu tio caíra de lá sorte dele não ter se machucado ou até mesmo ido ao hospital por isso, e corre para fora da lanchonete de seu tio se despedindo dele acabara de ver um novo funcionário era um garoto novo provavelmente iria ficar em seu lugar, nas férias Leon trabalhava, mas quando começara as aulas seu tio sempre contratava um temporário e ali estava ele um garoto novo talvez tivesse sua mesma idade Leon vê seu ônibus passando e corre para ele nunca o perdera nem ao menos chegara atrasado para pegá-lo e entrando nele percebe que todos o olhavam, mas já estava acostumado com tal coisa e tenta achar um lugar para se sentar na frente, pois não tinha intimidade com os garotos do fundo nem com os da frente, mas eles pelo menos não o atormentavam não entendia o porquê talvez por ser muito tímido ou algo do tipo e chegando à sua escola percebe que nada mudara apenas havia sido pintada e concertada seus defeitos, mas já lhe era de se esperar todo ano havia reformas Leon entra já imaginando que seria mais um dia como sempre, colégio cheio de grupinhos de pessoas conversando, colégio bem cheio, dia ensolarado, pois era verão e como sempre os verões eram bem quentes naquela região. Leon entra e abre seu armário percebe que nada mudou nele estava exatamente como deixara sua pequena bagunça em seu ano anterior, pois em sua casa seu tio sempre lhe dissera para ser muito organizado não gostava de ver bagunça, ao entrar em sua sala percebe que praticamente todos os alunos eram os mesmos com algumas exceções de alguns alunos que não passaram de ano e uma aluna nova que entrara em sua sala de aula era imperceptível todos os meninos não paravam de olhar para ela, logo sua professora ao começar a aula diz:

- Bom a maioria aqui já se conhece, não é verdade.

Falando olhando para alguns alunos que estavam bagunçando no final da sala era normal de ser ver isso todos os anos eles o faziam e continua a professora de Leon a dizer:

- É, mas temos uma aluna nova em nossa sala não é verdade, a senhorita não gostaria de se apresentar?

Ela dizia olhando para garota nesse momento todos os meninos ficaram em total silencio de boca aberta era de se entender o porquê ela era realmente a garota mais linda que Leon já havia visto em toda sua vida e Leon não parava de dizer para si próprio o quão tinha sorte por esta garota ter caído em sua sala apesar de não ter muita sorte com as garotas todas suas lembranças com garotas não eram muito boas se lembra que sempre que tentara conquistar alguma nunca conseguia sempre algum desastre lhe separava de talvez uma tranqüila conversa, seu nome era Lanna Swan uma garota extremamente bonita sua beleza era incomparável não usava maquiagens como atrizes da TV, mas tinha algo de diferente em seus olhos, tinha os cabelos pretos com mechas roxas quase imperceptíveis, olhos azuis escuros e roupas bem longas da cor roxa tampando assim todo seu corpo, tinha 16 anos o que surpreendia Leon que não esperava tal coisa e isso lhe mostrara o quanto ele deveria ser uma garota estudiosa e inteligente Leon só sabia por que ouviu na hora em que o professor pediu para ela se apresentar para turma era muito calada e não conversava com ninguém de sua sala.

Leon acaba não prestando muita atenção na aula apesar de já começar a contar as badaladas do relógio para se começar o intervalo, já não consegue mais ouvir a voz daquela professora Marilu que não parava de falar um segundo, quando ate que enfim o sinal para o intervalo toca, todos saem andando rápido uns ate correndo como quem não agüentava mais estar ali, ao sair da sala Leon na fila do refeitório para o lanche observava que Lanna não havia até agora conversado com ninguém e logo vê um garoto indo falar com ela dizendo:

- Olá tudo bem eu sou Diego, se precisar de qualquer coisa estou aqui.

No mesmo momento Leon quase não se agüentara de rir com a resposta que Lanna dá a Diego que sai revoltado e assim Lanna faz com todos os garotos que por quase todo intervalo tentam de alguma forma puxar assunto com ela, após pegar o lanche Leon se senta em uma mesa no canto próxima á janela ninguém se sentava lá alem dele ele nunca entendeu o porquê disso, mas também nunca tentou achar a resposta para tais questões apesar de amar estar ali tinha uma linda vista para os fundos do colégio onde havia um grande jardim e ali poderia respirar um ar mais puro, ao acabar o intervalo voltam para as salas Leon nessa aula percebe que Lanna parecia ser uma garota muito estudiosa, pois prestara atenção em toda aula e respondera todas as questões perguntadas pela professora. Ao acabar a aula Leon rapidamente vai para seu armário guardar seus materiais quando percebe que o armário de Lanna era de frente com o seu e resolve tentar puxar assunto não tinha nada a perder, mas como sempre Nix chega antes dele.

Nix com seus cabelos avermelhados e seus olhos castanhos mel tenta conhecer a garota mais como todos os outros ela nem ao menos lhe da bola, Nix era um garoto muito encrenqueiro apesar de conseguir qualquer garota que queria Lanna sai em silencio como sempre apenas guardando seus materiais e indo embora ela entrara em um carro preto e grande, parecia com aqueles carros que o presidente andava, mas estrema coincidência pensa Leon guardando seus materiais e indo para sua casa apesar de ter um ônibus escolar para levá-los para o colégio ele não tinha o tal para voltar para casa e odiava ir para parda, pois dela se era possível observar vários carros de alunos como Nix que tinha uma enorme pick-up ganhara desde seu primeiro ano no colégio e sempre saia com sua pequena gangue a fazer seus vandalismos pela cidade Leon fica por longos minutos vendo todos alunos indo embora de carro ou até mesmo sendo buscados por seus pais muitos reclamavam achavam isso vergonhoso, mas Leon tinha muita vontade de ser buscado pelos seus não tinha condições de ter um carro, pois alem de não ter carteira não ganhava muito de seu tio quando trabalhava em sua lanchonete e sabia que mesmo juntando tal por toda sua vida não o conseguiria, porém nunca reclamara de seu salário, pois era muito satisfeito com ele sabia que era tudo que seu tio podia lhe dar. Após pegar um ônibus muito apertado chega à velha lanchonete de seu tio e percebe que algo de estranho estava acontecendo, havia muitos carros de policia e bombeiros parados em frente à lanchonete de seu tio e sai correndo para ver o que havia acontecido Leon vê Caio em um carro de bombeiros muito machucado e inconsciente e a lanchonete de seu tio totalmente em chamas Leon tenta se aproximar apesar de ser inútil nenhum dos policias o deixam entrar era muito grande o fogo e os bombeiro de todas as formas tentavam o conter. Leon começa a gritar perguntando a todos onde estava seu tio, mas todos lhe respondiam da mesma forma apenas com movimentos da cabeça dizendo que não sabia onde ele estava e que se ele estivesse lá dentro provavelmente não sobreviveria, por sorte Caio sobreviveu os policiais disseram que provavelmente aconteceu um acidente talvez um vazamento de gás, pois havia vestígios e Caio por estar pelo lado de fora por sorte sobrevivera. Após o fogo ser totalmente contido pelos bombeiros Leon entra em desespero correndo procurando por seu tio, más percebe que ali não restara mais nada estava tudo em chamas tanto o andar de baixo quanto o de cima que estava em impossível acesso, Leon sente um insuportável cheiro de gás e percebe que havia uma pequena caixa em cima do balcão era uma caixa onde seu tio sempre guardava dinheiros reservas para casos de emergência e logo a pega percebe que ela era única coisa que não havia sido consumida pelo fogo, porém percebe que estava trancada com um pequeno cadeado e não tinha a chave e a escondendo sai dos restos que sobraram da lanchonete de seu tio e se despistando dos policias em um lugar onde não o podiam ver e com uma grande pedra quebra o cadeado abrindo a caixa. Encontra dentro uma grande quantia em dinheiro, uma carta e uma foto de uma pessoa com um endereço atrás era um homem alto de cabelos escuros que estava com um suéter ao lado de seu tio.

Leon abre a carta e começa a ler o que nela estava escrito:

-“Seu pai está vivo Leon, desculpe não ter lhe contado antes você merecia saber sempre fora um ótimo sobrinho se você está lendo essa carta é porque, “ELES” me acharam, não tente me procurar eu estarei bem procure o homem da foto ele te explicará tudo o que precisa saber, não deveria ter lhe escondido tantas coisas, mas fiz essa promessa para seu pai que com tanto amor me pediu, você precisa achá-lo é muito importante sempre mandei noticias suas para ele procure o homem da foto ele te ajudara a ficar em segurança e lhe mostrara o que fazer. Te amo sobrinho